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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por nosso destino

FENÔMENOS: a grande força trabalhando por si

  O tempo e o destino   Calando a mente Quando parti pela primeira vez para o mundo, me descreveram que somente uma música da época representava aquele momento para quem ficou. Poderia ser uma breve despedida, mas também poderia ser definitiva. Para onde eu iria, não havia como adivinhar o futuro; não haveria como me encontrar quando alguém, porventura, sentisse minha falta. Mesmo depois, quando retornei, apenas aquela música conseguia expressar a força do silêncio que nos uniu enquanto estive ausente. Existe uma sensação de saciedade no silêncio da mente! Quando não é necessário tentar traduzir o infinito do momento presente. Deixar a mente livre e solta não significa imobilidade existencial, mas o contrário, significa vivenciar o fenômeno da vida. Sabemos que nosso sangue continua levando o oxigênio para nosso corpo todo e por isso, mecanismos mentais não voluntários continuam processando essa vivência, a qual pode ser tão grande que mal podemos expressar em símbolos...

PROTEÇÃO ESPIRITUAL: O resgate em nossas jornadas

Uma entrega ao destino   Intencionalidade do destino Será que existem forças que nos induzem ou nos impedem de tomar partido de nossas missões? Quais são as proteções que nos asseguram a escolha de nossos caminhos? Qual atitude é mais eficaz para acessarmos as aprendizagens , a nós reservadas? Existe alguma possibilidade de crescermos sem a ajuda de outros seres humanos? Temos a noção da passagem do tempo neste mundo, mesmo sem qualquer movimento em nossas jornadas. Algo ocorre independentemente de nossas ações, especialmente, em nível de aprendizagem. Às vezes, o destino nos coloca em movimento e às vezes nos paralisa. Por que será? Quantos de nós não passou por momentos espontâneos de desprendimento daquilo que enxergamos e sentimos fisicamente? São estes momentos que podemos tentar compreender como o destino demonstra sua intencionalidade. Estes desligamentos podem ser intencionais pela reflexão, mas também, por acontecimentos que nos retiram da corrida, temporariament...

ENCONTROS E DESENCONTROS: os fios de um tecido invisível

Destinos conectados   Nossa integração com a natureza Às vezes nos esquecemos de observar a natureza, ao vivo e a cores. Por exemplo: as estações climáticas estão mudando, os seres vivos estão reagindo naturalmente a elas, novas flores estão se abrindo enquanto outras estão se formando e até o céu estrelado muda conforme o tempo passa. O ar que respiramos se purifica com cada chuva, nossos organismos reagem à temperatura ambiente e assim nos harmonizamos com toda a vida existente. Nossa conexão com cada estação do ano nos traz memórias de emoções vividas, sensações e lições aprendidas que podem retroalimentar nosso entendimento atual das coisas, pois cada dia é uma página cheia de novas oportunidades de aprendizagem. Neste contexto, estar vivo é fazer parte do Universo! Entretanto, neste mundo moderno, acabamos nos esquecendo de nossa própria conexão com a natureza, a qual é uma das maiores fontes para nossa conexão co...

GOSTO PELO FAZER: a relação entre o fazer e o ser

Percepção da vida   Viver para sentir Certa vez me perguntaram se gosto do que faço. É uma pergunta difícil, pois pode ser respondida sob diferentes perspectivas, como: Refere-se ao retorno financeiro? Tem a ver com o prazer no que faço? Significa realização profissional e pessoal? Tem a ver com minha essência humana? Traz orgulho ou gratidão? Honra meu nome de família ou não? Traz respeito próprio? Traz sofrimentos e dores? Enfim, a pergunta que sintetiza todas essas indagações seria: gostamos de estar onde estamos, fazendo o que precisa ser feito? Na verdade, uma boa resposta para o momento depende de condicionantes. Mas, a partir do momento em que colocamos condições — as quais nem sempre estão disponíveis —, a resposta normalmente tende para uma negativa. Mas a pergunta que precisamos responder para nós mesmos seria: onde estaríamos e o que estaríamos fazendo se não estivéssemos exatamente onde vivemos nossas jornadas diárias? Será que estaríamos produzindo algo? Esta...
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