A limitação ensina O embate das vontades Quem se lembra da infância? Quando uma criança passa pela seção de brinquedos de alguma loja, mais passa vontade do que realiza seus desejos. Aquela diversidade de opções e novidades a faz querer levar tudo para casa! Esta exemplificação é apenas um caso leve, dentre as infinitas circunstâncias em que o mundo material se apresenta para cada ser humano, sem contar com as mazelas que este mesmo mundo, nada amistoso, também oferece! A questão é que de geração em geração, pais e cuidadores também são responsáveis por colocar limites às crianças, em relação ao querer e às vontades delas, estabelecendo controles que criam um senso inicial entre o "ser" e o "ter". A partir daí, a criança começa a entender que ter tudo o que quer não é possível e que isto também é uma utopia. Assim, desde criança, crescemos e desenvolvemos um senso sobre o “ser” e o “ter”, alimentando o consciente e o subconsciente, que dá origem às noss...
O senso da importância A ilusão da mudança Conforme acumulamos experiências e vivências encontramos nosso verdadeiro “eu” e identificamos nossa forma peculiar de reagir, sentir, fazer e interpretar a realidade. Nesta jornada, passamos por diferentes fases, concluímos etapas e conquistamos um modo de sobrevivência . Nestas diferentes fases, somos motivados por vontades e desejos que evoluem conforme envelhecemos e amadurecemos (Transformação verdadeira). Isto pode parecer um ciclo de mudanças que pode nos levar a crer que conseguimos mudar nosso próprio eu, conforme cada situação ou época da vida. Mas, no fundo, estamos descobrindo a cada dia uma característica ou habilidade que não havíamos usado ainda! Então, da mesma forma que cada um de nós se autoconhece ao longo da jornada e, por isto, vivemos de um jeito diferente aquilo que já havíamos experimentado, realizado ou aprendido, não significa que surgiu uma nova pessoa. O que surgiu, de fato, foi uma n...