A luz de nossa essência Medo do além e os demônios que nos espreitam Como podemos temer o que não conseguimos compreender? Existem dores maiores do que a vida nos impõe? É preciso correr atrás de mais problemas e sofrimentos além daqueles que já estão em nossos caminhos? A desatenção é a porta de entrada para os "demônios" mentais. Não se trata aqui de quantificar os momentos de dores e sofrimentos, pois essas coisas não se medem pela estatística, mas sim pelo que podem causar ao nosso bem-estar. Podemos observar o quanto nossa mente torna os momentos mais terríveis de nossas experiências em medos e ansiedades sobrenaturais sobre o que supomos vir depois, no futuro, como se tivéssemos certezas inabaláveis. Assim, passamos a atrair negatividades e acabamos nos sintonizando com pessoas com o mesmo nível de frequência mental, sem perceber. Mas, onde está a prova concreta de que o que pensamos acaba acontecendo? Talvez, possamos estar confundindo nosso desamparo ex...
O centésimo texto Ritmo e cadência Uma das pessoas que passou por minha vida sempre dizia: devagar e sempre! Embora fosse uma frase comum, que poderia transparecer desapego demais diante da vida corrida, da urgência do cotidiano e da sobrevivência, era muito mais profunda, de fato. Aquela pessoa já havia passado por muitas fases da vida para ter autoridade sobre o que falava e foi assim que construiu sua fortaleza mental e emocional, lembrada até hoje pelos que tiveram o privilégio de viver junto a ele. O ritmo e a cadência que ele tinha diante da vida era algo especial e, com isto, ele sabia em qual momento devíamos ficar em silêncio ou guardar as opiniões e, principalmente, quando devíamos nos voltar ao foco para o essencial da vida. Quando ele se sentava à mesa para as refeições, em épocas em que todos se juntavam à mesa, ele fazia questão de elogiar os pratos servidos, que era uma forma de reconhecer o trabalho e a dedicação de quem havia preparado os alimentos...