O que não percebemos com os sentidos comuns Quando não fazemos força para gostar Se alguém passar por sua vida e você não conseguir mais esquecê-la, será que não foi porque a beleza daquela alma te cativou para sempre? Quando isto acontece, entre todos os sentimentos, o primeiro deles está associado a uma imensa gratidão, quase uma dívida eterna. Algo que te faz sorrir sozinho, sem nada exagerado, como um vínculo de luz que nos sustenta em tempos difíceis. Posteriormente, misturam-se sentimentos que sublimam em um perfume difícil de descrever, que lembra momentos de leveza, de desprendimento e liberdade. Este fato tão raro nos dias de hoje sempre aconteceu entre seres humanos, mas a complexidade da vida moderna praticamente enterrou nossa percepção da beleza das almas. Talvez por isso, os relacionamentos humanos tenham se tornado mais frios, mais calculistas e cheios de malícias e, pior, de medo. Primeiro porque os relacionamentos rasos não são capazes de trazer ...
A luz de nossa essência Medo do além e os demônios que nos espreitam Como podemos temer o que não conseguimos compreender? Existem dores maiores do que aquelas que a vida nos impõe? É preciso correr atrás de mais problemas e sofrimentos além daqueles que já estão em nossos caminhos? A desatenção é a porta de entrada para os "demônios" mentais. Não se trata aqui de quantificar os momentos de dores e sofrimentos, pois essas coisas não se medem pela estatística, mas sim pelo que podem causar ao nosso bem-estar. Podemos observar o quanto nossa mente torna os momentos mais terríveis de nossas experiências em medos e ansiedades sobrenaturais sobre o que supomos vir depois, no futuro, como se tivéssemos certezas inabaláveis. Assim, passamos a atrair negatividades e acabamos nos sintonizando com pessoas com o mesmo nível de frequência mental, sem perceber. Mas, onde está a prova concreta de que o que pensamos acaba acontecendo? Talvez, possamos estar confundindo nosso ...