Uma aula de abertura A teoria da corrente Imagine uma grande corrente e abaixo dela três quadros: da esquerda para a direita imagine o primeiro quadro (da mentira) representando um cavalo com chifres; o segundo quadro (da verdade) com um boi com chifre e, por último, um quadro vazio (da neutralidade), representando a omissão ou a falta de posicionamento. A teoria começa a se desenhar quando a grande corrente lá em cima é definida como a amarra de tudo, sem a qual nenhum dos quadros pode existir ou se sustentar (paradigmas sociais, dogmas ou tradições). Agora, imagine a corrente e os três quadros descritos dentro de um grande quadro e teremos um conjunto que chamaremos de sistema. Dentro deste grande quadro, uma boa parte dos habitantes do planeta vão acreditar que o sistema não mudará nunca! Porém, há uma escada ao lado do grande quadro chamada “escada do pensamento” que dá acesso a uma visão acima do sistema. Enquanto os quadros são algo que se observa ou em que...
A sacralidade de nosso destino A chama da vida Quem já tentou acender uma vela ao vento deve se lembrar do quanto é difícil controlar as chamas. Às vezes o vento cessa e a chama se estabelece, mas logo depois começa a soprar, ora de um lado, ora de outro e logo estamos procurando um anteparo ou um lugar mais protegido para finalmente, manter a chama viva. Talvez, possamos usar esta ação tão comum em uma metáfora para nossas vidas, mais especificamente, no que toca à nossa percepção e necessidade de manter a chama que queima dentro de nós viva! A chama da vida é algo que se confunde com nossa essência mais profunda, aquela que tremula diante das ventanias que nos acometem na vida. Provavelmente, existe uma relação entre as tribulações da vida e a nossa responsabilidade sagrada em manter esta essência, apesar delas. Sentimos uma perturbação desconfortável toda vez que esta essência é agredida e, às vezes, a chama quase se apaga, mas se recupera tão logo os tempos d...