Se você sente que a sua rotina se transformou em um moedor de carne focado apenas em metas, métricas e alto desempenho, este vídeo é um convite para puxar o freio de mão. Em formato de ensaio visual e poético, o escritor Marcio Ueda propõe um ato de insubordinação mental contra o ritmo artificial das florestas de concreto. Unindo a sensibilidade literária às lições biológicas da sucessão ecológica na natureza, o manifesto traz um respiro necessário para quem busca saúde mental e autoralidade no dia a dia. Dê o play, assista a este refúgio reflexivo e permita-se uma pausa para voltar ao seu ritmo humano. Você já sentiu que virou uma máquina viva? No ritmo frenético das nossas florestas de concreto, fomos condicionados a acreditar que nossa existência depende do nosso alto desempenho e de metas ininterruptas. Correr, postar, performar e acumular viraram regras diárias, transformando nossas rotinas em um verdadeiro moedor de carne que consome nossa sa...
Pergunte à IA O infinito agora Certa vez, ao participar de uma banca avaliadora de estágio curricular, surgiu um trabalho feito por encomenda. A apresentação não foi ruim, pois havia lógica, sequência e até uma certa discussão sobre o objeto de estudo. O que o sujeito não sabia era que sua capacidade cognitiva não seria avaliada apenas pela memória, mas, sim, pela experiência vivenciada, pelos problemas encontrados, pelas situações imprevistas que tornam qualquer interação com o meio ambiente única para cada estação, para cada ano agrícola, para cada cultivar testada. Uma única pergunta, respondida por obrigação, sendo afirmativa ou negativa, por si só, já denunciava a falta efetiva do sujeito na prática real, na lida diária e nas nuances da atividade. Por isto, sempre encarei o estágio supervisionado como uma das etapas mais importantes do processo formativo profissional, pois, além de exigir a associação de conhecimentos aprendidos, o sujeito precisava ir além – sentir ...