> JORNADA DA ESCRITA: Reflexões sobre Autoconhecimento e Gratidão Pular para o conteúdo principal

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Mostrando postagens com o rótulo SIGNIFICADOS

LIMITES: a dolorosa aceitação de nossas limitações

  A limitação ensina   O embate das vontades Quem se lembra da infância? Quando uma criança passa pela  seção de brinquedos de alguma loja, mais passa vontade do que realiza seus desejos. Aquela diversidade de opções e novidades a faz querer levar tudo para casa! Esta exemplificação é apenas um caso leve, dentre as infinitas circunstâncias em que o mundo material se apresenta para cada ser humano, sem contar com as mazelas que este mesmo mundo, nada amistoso, também oferece! A questão é que de geração em geração, pais e cuidadores também são responsáveis por colocar limites às crianças, em relação ao querer e às vontades delas, estabelecendo controles que criam um senso inicial entre o "ser" e o "ter". A partir daí, a criança começa a entender que ter tudo o que quer não é possível e que isto também é uma utopia. Assim, desde criança, crescemos e desenvolvemos um senso sobre o “ser” e o “ter”, alimentando o consciente e o subconsciente, que dá origem às noss...

EMOÇÕES: os sentimentos inevitáveis de uma jornada

  Como sentimos o mundo   Nossas motivações Embora nosso mundo exija de todos nós o "saber lidar" com situações difíceis, querendo ou não, pois isto é o que podemos chamar de destino, há um fluxo de aprendizagens que não cessa enquanto estivermos vivos. Ninguém está livre de situações e contextos que demandam nossa atenção e, normalmente, nossas crises e conflitos pioram quando deixamos nossos sentimentos sobrepujarem nossos pensamentos. Mas, por sermos humanos, sentimos de uma forma individual e única as dores da vida. Algumas situações e interações são comuns a todos nós como, por exemplo, o sentimento provocado pela rejeição, a intolerância, a raiva e o sentimento de impotência, diante daquele mesmo destino, que nos obriga a interagir coletivamente pois, o significado do desamparo natural de nossas existências tem este propósito unificador, cujo fluxo se orienta pela nossa consciência sobre a finitude humana incontestável. Para sobrevivermos buscamos aceitação,...

DESTINO: desapego do mundo

  A sensação de um destino Acumular para perder Por mais paradoxal que possa parecer, a sensação de que aprendemos a gostar da vida para depois saber perdê-la, é uma ideia mais lógica do que costumamos admitir. Vivemos algumas experiências que nos preenchem em diferentes fases da vida e que, sejam boas ou ruins, acumulam-se em memórias pelas quais nos apegamos, para construirmos nossas histórias pessoais, nossas trajetórias ou nos guiar para o futuro. Essa ideia de perda ao final de nossas vidas pode ser considerada uma devolução ao Criador de Tudo ou que, na verdade, nunca possuímos nada, de fato! É algo que ultrapassa o conceito da propriedade, criado pelo ser humano, que sustenta a vida material. Mas a ilusão da propriedade serve a um objetivo, nascido com cada um de nós, que é lutar contra o desamparo, algo que nos ancora na vida material. Nosso desamparo começa com a condição de subsistência, que nos leva a desenvolver a consciência, o autoconhecimento e a aprendizage...

PESSOAS ROMANTICAS: o impossível é o limite

  O preço do romantismo Bons motivos para sofrer Se existe pobreza neste mundo, a maior delas é morrer sem ter amado de verdade! O romantismo, embora possa parecer uma fuga da realidade, é algo ligado à libertação de sentimentos e emoções pessoais. Mas como podemos identificar uma pessoa romântica? Normalmente, é algo que se observa nos olhos de alguém! Todos nós flutuamos entre o bem e o mal, entre o egoísmo e o altruísmo, entre a delicadeza e a brutalidade em nossas jornadas, para fazer frente às mazelas do mundo. Isso significa que a pessoa romântica muitas vezes está escondida pelos egos de fachada, necessários para enfrentar o mundo cão! Assim, pessoas românticas são com uma agulha no palheiro! Mas é nos olhos de uma pessoa romântica, que podemos enxergar aquela tristeza misturada com esperança, aquele brilho que se destaca, silenciosamente, em meio ao puritanismo e às hipocrisias da sociedade. Os caminhos de uma pessoa romântica normalmente são solitários, silenciosos...

DA CIÊNCIA AO SÍMBOLO (Vídeo)

Descrição do Vídeo 1. A Folha como Espelho da Existência O vídeo começa com a cena universal e cotidiana de uma única folha girando no ar, desprendendo-se de sua árvore. A fonte transforma essa imagem "tão simples, tão silenciosa" em um "espelho para as questões mais complexas da nossa existência" . Não se trata apenas de um estudo de botânica, mas de uma exploração filosófica que usa a natureza como um guia. A beleza da analogia reside na inevitabilidade – a folha não escolhe cair; é um pulso, uma lei natural. A pergunta central é: o que esse processo, que se repete há milhões de anos, pode nos ensinar sobre a nossa própria jornada? 2. A Queda como Mecanismo de Sobrevivência A queda da folha não é um sinal de fraqueza da árvore, mas sim o "completo oposto" – um "mecanismo de sobrevivência inteligentíssimo" . Diante do estresse, frio e falta de luz, a árvore precisa economizar energia. Para isso, ela corta o suprimento de seiva e cria ...