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Mostrando postagens com o rótulo CONSCIÊNCIA

MENSAGEM DE AGRADECIMENTO E ACOLHIMENTO

MUITO OBRIGADO, CONTINUE EM SUA LUTA, ESTAMOS JUNTOS!!!! Caro (a) leitor (a) que busca o silêncio 🌱☕ Sei que muitos de vocês, que chegam até a Jornada da Escrita , guardam este espaço como um refúgio estritamente privativo. Sei, também, que os ensaios publicados aqui frequentemente coincidem ou espelham as suas dores mais íntimas, o peso das máscaras cotidianas e o cansaço profundo diante de um sistema que exige o produtivismo exaustivo. Compreendo perfeitamente o seu silêncio. Entendo que, para proteger a sua camuflagem funcional e a sua estabilidade no mercado ou na academia, o senhor ou a senhora prefira não curtir, não comentar e não compartilhar publicamente estas teses fora da caixa. No ambiente moderno, manter a insubordinação mental restrita à própria consciência é, muitas vezes, uma estratégia vital de sobrevivência. É o seu escudo de proteção. O direito ao recuo estratégico Quero que saiba: este blog não busca o espetáculo das multidões ou a aprovação dos algoritmos de ...

RESULTADOS UTILITÁRIOS: a eficiência no lugar da expressão do ser

Agronomia e a proficiência ética humanista   A lógica do reducionismo Uma das formações mais completas, em nível profissional, no sentido de mercado de trabalho é a agronomia. Dizem que para um professor chegar ao seu melhor desempenho em ministrar uma aula leva em torno de 5 anos. Um agrônomo leva em torno de 20 anos para ser considerado alguém com alta proficiência geral, em nível de altas habilidades e competência para lidar com o universo composto pelo solo, plantas e o ambiente. A maturidade profissional só é plenamente alcançada quando o conhecimento técnico se funde a uma sensibilidade ética e humana. Isto não significa que proficiência é o momento de parar de estudar, de manter o fio condutor da aprendizagem lá do início da formação. Cada profissional, naturalmente, possui seu método de interpretação, seu pensamento agronômico que, por sua vez, é formado pela qualidade de convivência, de interações com outros profissionais e, embora possa parecer ilógico, de uma per...

O Jogo Mórbido do Sucesso: Cinismo, conformismo e a ilusão de vencer sozinho

Funcionar não significa contribuir   Ser igual a todo mundo Certa vez, um sujeito me disse que era violento. Mas, contextualizando, ele se referia ao modo capitalista de ser. Alguém com uma visão combativa, agressiva, competente e eficiente a ponto de conseguir passar por cima de quem quisesse, ou se aproveitar da fraqueza de qualquer pessoa que cruzasse sua frente. Para ele, ser violento era a forma de dizer que era totalmente encaixado no sistema da selvageria que o sistema do lucro pelo lucro exige. Dentre tantos discursos ideológicos, também ouvi pessoas dizendo que o mundo era assim e quem não se adapta a este regime, ou não tem estômago para ser “violento”, sempre vai ser um fracassado, um fraco e excluído. Por isso, seja por sujeição aos padrões frios, lógicos e altamente racionalizados — inclusive sob a argumentação de que a grande lei da vida é a lei do mais forte —, desde jovem, algo me dizia que nada disso fazia sentido para uma existência mais completa, com mais...

AMBIÇÃO DE UM PAI: aquilo que o Grande Criador espera de nós

Memórias e Heranças   Ambição terrena Em uma ocasião distante, vivendo no outro lado do mundo, no Japão, tive o privilégio de estar ao lado do meu pai, que hoje vive junto às estrelas. Conhecemos a neve, as cerejeiras, a rotina em um País onde nossos ancestrais viveram. Inclusive, moramos em uma cidade com o nosso próprio sobrenome de família. Nesta reflexão, não seria possível traduzir tudo o que vivenciamos naqueles dias, pois tanto ele como eu precisamos usar, de forma integrada, nossas percepções, nossos instintos de sobrevivência e nossa capacidade adaptativa ao máximo. Para efeito de análise, aquela imigração física representou um espelho da busca da alma por seu "berço natal" espiritual. Nosso principal objetivo era superar dificuldades econômicas e conquistar recursos financeiros para nossa família. Mas houve um dilema importante quanto ao tempo que ficaríamos lá para isto. Primeiro porque a regra básica natural era guardar mais do que se ganhava, e isso dependi...

EXTERMÍNIO DO PENSAMENTO: bom senso e coerência diante da IA

A praticidade letal   A incoerência estressante Desde muito jovem, sempre tive uma certa repulsa natural a todo tipo de autossabotagem a que pessoas inteligentes e capazes que conheci simplesmente se entregavam. Esta autossabotagem servia para se esconderem de responsabilidades, para não enfrentarem desafios ou mesmo para tirarem vantagem usando uma muleta como desculpa para atraírem a compaixão para si — em situações em que não era a falta de capacidade ou deficiência real, mas um jeito muito estranho de ganhar pertencimento, favores e, mais tarde, comodidades e privilégios no mundo do trabalho. Hoje temos a Inteligência Artificial, que funciona como uma nova "muleta" tecnológica. É estranho, primeiro porque, agindo assim, quem nasce com um talento e o reconhece em si mostra ingratidão à própria Fonte que lhe concedeu o talento — o Criador de todas as coisas —; e segundo porque, ao invés de exercer seu potencial, prefere adotar o lema: o mundo é dos espertos (malandr...
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