O fluxo contínuo O arquétipo de gente de verdade Quando analisamos o contexto de nossa sociedade, nossa natureza humana é realçada em seus lados opostos, ou seja, nosso lado bom e o ruim; e, normalmente, os tomamos como matéria-prima para produzirmos nossos egos funcionais, descaradamente polarizados para servir a interesses do jogo da exploração do homem pelo homem, que só faz sentido porque não se inventou outra forma de “civilizar” este mundo (a nossa desculpa). A grande tragédia existencial é que, em nosso tempo dedicado ao produtivismo e à subserviência ao jogo do ganha e perde entre seres humanos, estamos chegando à extinção do significado da vida por falta de autoconhecimento. Não à toa, em relação às nossas jovens gerações, estamos cada vez mais preocupados com sua proteção diante do recrudescimento do jogo de poder, da sedução e do sequestro de suas vidas pelo sistema da competição ensandecida. Esta civilização moderna já atingiu níveis letais de selvageria. O ...