> JORNADA DA ESCRITA Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por amadurecimento

DESTINO: desapego do mundo

  A sensação de um destino Acumular para perder Por mais paradoxal que possa parecer, a sensação de que aprendemos a gostar da vida para depois saber perdê-la, é uma ideia mais lógica do que costumamos admitir. Vivemos algumas experiências que nos preenchem em diferentes fases da vida e que, sejam boas ou ruins, acumulam-se em memórias pelas quais nos apegamos, para construirmos nossas histórias pessoais, nossas trajetórias ou nos guiar para o futuro. Essa ideia de perda ao final de nossas vidas pode ser considerada uma devolução ao Criador de Tudo ou que, na verdade, nunca possuímos nada, de fato! É algo que ultrapassa o conceito da propriedade, criado pelo ser humano, que sustenta a vida material. Mas a ilusão da propriedade serve a um objetivo, nascido com cada um de nós, que é lutar contra o desamparo, algo que nos ancora na vida material. Nosso desamparo começa com a condição de subsistência, que nos leva a desenvolver a consciência, o autoconhecimento e a aprendizage...

CORAÇÕES ENLUTADOS: Para os momentos do Adeus

  Um dia também partiremos Despedida e gratidão Esta reflexão é oferecida sob a ótica de uma cosmovisão que compreende a existência como parte de um propósito divino e que busca consolo e significado na fé. A maior honra a ser concedida para quem viveu com alguém especial é poder participar de seu último ritual. Por mais que o Adeus a alguém possa ser triste e doloroso é ao mesmo tempo um testemunho da volta de alguém para os braços de Deus. A despedida definitiva de alguém significa que nunca mais a veremos, a escutaremos ou a perceberemos fisicamente, durante nossas vidas neste mundo. Mas, quando em meio à dor da despedida, existir um misto de saudade e gratidão, isto significa que uma parte da missão espiritual daquela pessoa foi cumprida, perante o Criador de todas as coisas. Não importa como as pessoas se vão, mas as lembranças, lições e exemplos que puderam deixar a nós. Somente Deus sabe o destino de nossas jornadas individuais, aquilo que cada um de nós precisa cu...

CORAÇÕES ABERTOS: as mortificações do ego libertam o coração

  As dores da negação   No silêncio da exclusão A dor da exclusão ou da rejeição nunca foi e nunca será fácil. Somente pessoas que já viveram algum tipo de rejeição — como, por exemplo, serem discriminadas pela aparência, pelas posses, pela descendência ou pela ignorância em algum assunto, não importa o motivo —, sofreram um sentimento de dúvida momentâneos e até vergonha, até perceberem que o que sentiram na pele foi o fato de que nunca foram bem-vindas ou aceitas, por serem o que são. Nossa personalidade, nossos trejeitos, nossos pensamentos e nossos hábitos são continuamente julgados pela opinião externa e, a depender do ambiente de convívio, isso nos leva mais para o baixo astral do que para a elevação do pensamento. Isso é mais comum do que gostamos de admitir. Muitos de nós, transferimos nossa própria insegurança e medo do não pertencimento, colocando em outras pessoas aquilo que nós mesmos não encontramos em nós, para sermos incluídos nas bolhas. O problema é qu...

UM OLHAR TRISTE: Do cansaço à redenção

  Nossas lágrimas   A beleza da desilusão Ao longo de nossos encontros e desencontros, não há maior flagrante do que observar a solitude de um olhar entristecido. Em um mundo de aparências em que as pessoas precisam se mostrar sempre alegres, motivadas e cheias de energia aparente, nenhuma ruga no rosto e nenhum sinal de desapontamentos com a vida, é até louvável que alguém tenha a honestidade e a autenticidade de ser, sentir e demonstrar sua tristeza e humanidade. Não se trata aqui daquela pose para as redes sociais diante de uma tragédia, usada como imagem de alguém sensível, humano e virtuosamente altruísta, com aquele olhar cinematográfico e preparado para as telas digitais. O verdadeiro olhar a que se refere esta reflexão é aquele em que a pessoa não está conectada à opinião alheia e nem sabe se alguém a observa, ou seja, quando não está querendo agradar uma plateia (humanidade real). Quantas vezes nos permitimos parar para refletir em meio à caminhada? Quando é...

PODA EDUCATIVA: Nossa transformação pessoal passa por aparas necessárias

  Nosso crescimento deve fazer sentido   É preciso retirar os galhos improdutivos No mundo das plantas, a poda visa o direcionamento do seu crescimento, para limpeza de galhos doentes e secos, para a renovação e equilíbrio entre ramos vegetativos e reprodutivos. Ao fazermos um paralelo com as pessoas, uma poda educativa se refere à construção objetiva de uma personalidade e na formação de um caráter. Acho difícil realizar uma poda educativa autônoma, ou seja, por nós mesmos. Em geral, são agentes externos que cumprem esta função e, muitas vezes, de forma involuntária. Esta poda educativa é quase sempre dolorosa, tal como quando uma planta sofre a perda de seus ramos, pois no nosso caso, são cortes em nossas falhas egocêntricas, enquanto percorremos o caminho do amadurecimento.   Compreendendo e aceitando nossas aparas Sem dúvidas, o Maior Artista desse mister é o Criador de Tudo, nosso Deus, que por meio de agentes educadores (pessoas) e situações do destino...
© 2026 Marcio Ueda. Todos os direitos reservados.
Esta obra intelectual é protegida pela Lei de Direitos Autorais (Nº 9.610/98). A reprodução, cópia ou distribuição integral deste texto em outros sites, blogs ou redes sociais é proibida sem a autorização prévia e expressa do autor. Para compartilhamento, utilize sempre o link oficial desta página.