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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por escolha

CULPA E PERDÃO: Existe algo divino trabalhando em nós

  Culpa e perdão são lições de desapego   A culpa é um tipo de apego Muitas vezes recusamos a nos desapegar da culpa por algo que danificamos, que causou prejuízos, que causou dor e ressentimentos. A maior parte de nossas culpas se deve ao que falamos e não ao que ouvimos. Neste sentido, temos dificuldades para esquecer os erros alheios e, também, nos culpabilizamos muito facilmente, nos impedindo de alcançar o significado do perdão! Não podemos negar que existem sentimentos arraigados em nossos corações que permanecem guardados, por nossa própria escolha. Por exemplo, é assim com os nossos arrependimentos, com nossos erros, com nossos conflitos interpessoais , com nossas contradições. Mas até que ponto o perdão nos liberta para seguirmos em frente?   Perdão é uma escolha pessoal Não podemos neutralizar nossas mentes, em meio à nossa condição existencial envolvendo passado, presente e futuro. Mas, não podemos nos esquecer que sempre haverá um fator intrínseco...

LIBERDADE: o pensamento a favor da existência plena

A ilusão da liberdade total   As opções da juventude Em minha adolescência, passei por uma transformação de personalidade muito intensa. De extrovertido a introspectivo, de falante a calado, de seguro a inseguro e, algo que me custou muita energia, de espontâneo ao regrado. Hoje, falar de padrões e métricas sociais de validação, bullying e exclusão é como fazer chover no molhado. Certas coisas não mudam com o tempo, mesmo em uma sociedade mais tecnológica e muito mais complexa da atualidade. As pessoas ainda são como estações de rádio que disseminam diferentes frequências, no caso frequências mentais para o bem ou para o mal, o jogo do lucro pelo lucro ainda prevalece, promovendo a cultura do consumismo e dos produtos com obsolescência planejada. Mas, o pior de tudo hoje, é que o usufruto do tempo, de forma útil, está cada vez mais escasso.   Visão crítica Se eu tive momentos apropriados para ler e refletir, naquela época, o que me permitiu me encontrar com minha...

FECHAMENTOS: fechar ciclos é uma escolha

  É preciso saber a hora de parar   Não somos como plantas Em minha escola, ensino que ao longo do ciclo de vida de uma planta, haverá momentos de crescimento, de amadurecimento e de produção. Porém, seu esgotamento natural ou um fator externo pode interferir no fechamento de seu ciclo, impedindo-a de completar seu pleno desenvolvimento. Mesmo assim, até o  ciclo de uma planta  pode nos deixar lições. Com certeza, para nós não é assim que funciona. Não somos apenas conduzidos por fatalidades. Ao contrário das plantas, nossa própria adaptação como espécie é uma prova de que escolhemos nosso próprio caminho de desenvolvimento. Mas será mesmo que conseguimos saber quando um ciclo está no fim e quando outro está começando? Neste contexto, mesmo que não tenhamos controle direto sobre o fim de um evento, temos uma capacidade para optar por mudanças de uma realidade, mesmo que isso signifique interromper um evento, projeto ou trabalho.   Hora de parar, mu...

NEUTRALIZANDO JULGAMENTOS: Uma questão de escolha

  Nosso julgamento tem validade temporária   O que julgar ou interpretar? Para julgar, não é preciso muito esforço, por outro lado, para interpretar são necessárias a temperança, a calma e a imparcialidade. Entretanto, isto exige virtudes que somente encontramos junto à sabedoria. Mas, por que diante de emoções e sentimentos contraditórios, somos levados ao ímpeto de julgar? No fundo, já conhecemos a resposta! Algo que não podemos mudar ou controlar nos deixa inseguros, mas diante da impossibilidade de mudar alguém, podemos transformar nossa forma de pensar! Portanto, o principal questionamento não seria sobre interpretar e julgar, mas com o quê deveríamos nos importar mais em momentos difíceis diante de perdas pessoais, prejuízos e injustiças sofridas. Diante de certas situações e atitudes, realmente, é muito difícil trabalhar nossas interpretações sem julgar. Isso é humano.   Situações que nos consomem a energia vital Ao refletirmos bem, nossa primeira r...

TRABALHO E VIDA: A Jornada entre a Sobrevivência e a Plenitude Existencial

  O Legado Coletivo e a Interdependência Humana   Autonomia de Escolha frente às Pressões do Mercado Se há algo mais necessário que a sobrevivência, seria o desfrute da vida com plenitude existencial. No bom sentido, haveria uma relação de dependência entre a nossa capacidade de sobreviver por nós mesmos, no que tange ao básico para nos mantermos vivos, protegidos e seguros e a outra parte da vida que seria usar nosso poder relativo de escolha e nossa capacidade de realização de uma missão especial. Atualmente, porém, a saturação informacional e a aceleração das comunicações tendem a restringir a nossa capacidade de realização individual, onde somos influenciados por estratégias de marketing, que nos levam a nos preocupar com interesses de um jogo em mãos daqueles que detém o poder de formar opiniões massivamente. Este jogo envolve um conjunto de valores e princípios puramente mercantilistas. Por isto, os questionamentos que precisamos fazer neste contexto seriam: So...

RESTAURAÇÃO: O RESET IMPRESCINDÍVEL

  Esqueça o controle   Transcendência humana Por que trocamos a grandeza da vida pela mediocridade? Seriam as forças negativas mais potentes que nossa existência, ou permitimos que o status e as posses definissem nossa métrica de valor? Ao perder o propósito interno, o indivíduo passa a buscar preenchimento no consumo desenfreado, tornando-se dependente das soluções (produtos e distrações) vendidas pelo sistema. A vida sem significado e sentido é um produto rentável para o sistema? Se tudo precisa dar lucro, como podemos assumir um amor verdadeiro pelo próximo? Como podemos ter amizades desinteressadas? Como podemos educar as novas gerações para ascenderem à dignidade da vida neste mundo? Será que tudo se reduz aos interesses individuais, aos ganhos pessoais e ao medo da escassez como se não valêssemos nada, a ponto de nos submetermos a joguinhos de posse e poder mundanos? Parece que as pessoas estão perdendo o significado da transcendência humana . Sair de si própr...
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